Política

“O céu está muito nebuloso para chuva”, diz Dr Bernardo

O deputado estadual Dr. Bernardo Amorim afirmou, durante entrevista à TV TCM na última quarta-feira 7, que o vice-governador Walter Alves (MDB) realmente não deverá assumir o Governo do Rio Grande do Norte em 2026, após a esperada renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT) para disputar uma vaga no Senado.

“O que eu tenho escutado do vice-governador Walter é que não assume o governo”, afirmou Bernardo. O deputado tem forte ligação política com o vice-governador.

Caso seja confirmada a vacância dupla – renúncia tanto de Fátima quanto de Walter –, o Rio Grande do Norte precisará ter uma nova eleição para escolher um nome para encerrar o mandato até 5 de janeiro de 2027. Essa eleição deverá ser indireta, realizada na Assembleia Legislativa.

Enquanto a nova eleição não acontece, o governo fica a cargo do presidente da Assembleia Legislativa, atualmente o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), ou o presidente do Tribunal de Justiça, hoje o desembargador Ibanez Monteiro.

Dr. Bernardo lamentou a indefinição no Estado. “O céu não está muito nebuloso para chuva. A gente está precisando de chuva de inverno. Mas está muito nebuloso para política. Realmente, não dá para você saber o que vai ocorrer daqui até abril”, enfatizou o deputado estadual.

O parlamentar reforçou que Walter Alves tem reafirmado a intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026. Por isso, o vice-governador não pode assumir o governo. “O que eu tenho escutado de Walter é que ele é candidato a deputado estadual, que vai montar uma nominata no MDB”, afirmou.

Em uma entrevista em 19 de dezembro, o próprio vice-governador admitiu publicamente que poderá não assumir o governo em 2026. Walter Alves também não descartou ser candidato a deputado estadual e apoiar a candidatura a governador do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), que faz oposição ao PT.

Agora RN

DESTE BLOG: NO CASO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA FECHAR COM O NOME DE DR. BERNARDO PARA GOVERNADOR TAMPÃO, SERÁ QUE O PARLAMENTAR ACEITARIA? NA POLÍTICA, NINGUÉM PODE AFIRMAR QUE ‘DESSA ÁGUA NÃO BEBEREI’.

Somente o tempo dirá!

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