Críticas às pesquisas eleitorais e ao tratamento da mídia reforçam a avaliação de que Lula mantém amplo favoritismo e pode vencer a eleição já no primeiro turno
As pesquisas se tornaram peças da campanha eleitoral. Resultados absurdos, que projetam o suposto apoio do filho do Bolsonaro perto do Lula, servem para alimentar a campanha da oposição, sem nenhum fundamento nem explicação.
Pesquisas com 2 mil pessoas de amostra, para um universo de 220 milhões de pessoas, se arriscam a dar palpite sobre o comportamento destes. Um absurdo estatístico. Não revelam a ginástica estatística que fazem.



